bèrro sucinto via e-mail (feed):

sábado, 23 de janeiro de 2010

Está bem...

Oh Jesus! Eu te amo!
E amo Buddha também!

Ramakrishna, Gurudeva,
Tao Te Ching e Mohammed

Muitas pessoas dizem
que existe só um meio
de te amar, te conhecer
mas somos parte do seu Ser

Está bem, está bem, está bem
Amo Você e Buddha também.
Está bem, está bem, está bem...
Amo Você e Buddha também.

Você é inonimado
É irreconhecível
Então a fé é meu início
Espaço e tempo indefinidos

Você é o Universo?
Você é e não é
Você é tudo
Você então
É cada início e conclusão.


Versão brasileira da música
I Love you and Buddha too do Mason Jennings

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

... pessoas irritam outras pessoas ...


...pessoas irritam outras pessoas irritam outras pessoas irritam outras
pessoas irritam outras pessoas irritam outras pessoas irritam outras
pessoas irritam outras pessoas irritam outras pessoas irritam outras
pessoas irritam outras pessoas irritam outras pessoas irritam outras...

Não tem fim
inacabável
sem limite
o círculo
infinito
infindo
do ciclo.

as pessoas,
se irritam.

O bérro do texto

Bérro sucinto é o do texto:
ecoa na cuca e fica gritando por lá.
Até bater no espelho da alma
e sair cacos da cuca em palavras.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Delírio?

Os nomes são delírios.
O próprio nome delírio é um delírio.
Estes símbolos chamados de letras,
ajudam em que?
A palavra é um delírio!
Quem disse que o nome comida é comida e não bosta?
Nascemos conformados aos delírios,
morreremos vivendo-o.
E eu aqui tentando explicar delírios delirando...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Vinte Reais


Ah...! Eu nunca tive vergonha de papel!
Nunca tive vergonha de um pedaço de papel.
Tampouco vergonha da vergonha passada!
Mais vale moer um papelão até virar lembrança
do que recorda-lo como desonra.

O azedume foi meu acanhamento,
O agridoce é minha lembrança,
E o doce - ainda acre - será uma bela de uma experiência,
quando adocicar de vez.

Ah! O papel!

Precisava do papel. Não tinha o tal papel.
Passei um papelão por um papelzinho.
Papelzinho cheio de valor!
Cheio de títulos, autoridade e mérito.
Tanto temor, que tive de rogar por ele como se fosse um Deus.

-Deus! Por que me envergonhas?
-Foi só uma carteira esquecida!

Tive que pedir.

Uma nota de vinte
que carrega o desenho do mico detrás,
pagou minha liberdade envergonhada!
Paguei mico segurando o próprio mico na mão
ou melhor, não paguei, recebi o mico.
Oh Cédula celeste!
Um pedacinho de papel.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

E a Internet cria outros "eus" virtuais, reais, com vida e sem validade

Imortal

Lá não tem lei

E se precisa ter
Qual Deus que vem
E os mandamentos? Quais vão ser?

Quem é inocente
Se a norma não tem vez
A arma em suas mãos
Você ladrão juiz e rei

Como vou repensar
Se não sei como entrei
Eu sou a rede, o mar e o peixe que eu mesmo pesquei

Quem vai me dominar?
Não sou material
Sou corpo vivo de um mundo virtual

Eu sou imortal.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Inaugurando o novo ano

Quem é humano?


Quem busca uma meta
Planeja um alvo
Certo é o acerto ou engano
Quem é o plano além do acaso?

Quem busca um alvo
e o que é o alvo
senão o desejo do plano?
Quem é que transcende a visão do inexistente
senão o humano?

Quem é humano para ver
além do querer?
Quem é humano para ver
além do mundano?
Quem é humano para ver
além do que é crível?
Quem humano para ver
além do infinito?

Quem é humano?