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terça-feira, 11 de maio de 2010

Morte ao vício

Arreda-te de mim bicho peçonhento!
Ainda que tua insistência alcance meus pensamentos
rejeita-te o meu corpo,
em duelo com minha mente.

Na busca pelo equilíbrio... Ah o equilíbrio!
Todos somos
pobres que se rendem a teu falsificado salve
podre pedaço de carne
sem verbetes e sinônimos no meu dicionário.
Somente a ti declaro:
pena de morte.

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